Citações

As citações mais marcantes da cantora Marina Lima em mais de 20 anos de carreira.

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“Na verdade, se é para seguir uma linha de cantora, eu sou mais a Bethânia que a Gal. Eu quero cantar o amor.” (sobre influências no início da carreira em 1979)

“…se eu não fosse cantora, eu ia fazer o que faço… ficar cantando o amor.” (em 1986)

“Continuo me apaixonando da mesma forma, só que transar é outra coisa. Tenho medo mesmo é do retrocesso…” (sobre a AIDS, em 1989)

“Gosto de mudar. Sei que às vezes causa dor, mas é na dor que a gente cresce.” (em 1990)

“Eu gosto de correr riscos. Claro que é bom poder expandir meu trabalho no exterior, mas o Brasil continua sendo mais importante para mim do que qualquer outra coisa.” (sobre sua carreira no exterior, em 1991)

“Eu levo jeito, tenho talento para o negócio. Eu tenho admiração pelo meu trabalho. Sem demagogia, só deixo sair o que passa por um crivo. Sério, apurado e bonito.” (sobre a compositora Marina Lima, em 1991)

 “Resolvi ganhar dinheiro e parar de ver minha profissão como um sonho.” (em 1993)

“Hoje não quero mais lançar moda, ditar regras, levantar polêmicas. Eu quero ser. E é só.” (sobre sua nova fase como cantora, em 1994)

“Não me sinto uma grande cantora nem uma grande instrumentosta; apenas uma mulher com uma enorme vontade de mostrar um pouco do mundo em que ela acredita e sabe existir…” (em 1995)

“Sucesso é pegar o violão e conseguir fazer uma música.” (em 1999)

“Posar nua foi sair da toca depois de uma depressão. A ‘Playboy’ vai me ajudar a recuperar a auto-estima.” (sobre o ensaio para a revista ‘Playboy’ em novembro de 1999)

“Meu trabalho existe. Quem o acompanha desde o início vai entender… estou interessada em ocupar o meu lugar, que está lá. Minha tribo foi aumentando com o tempo…” (sobre sua volta ao mercado da música, em 2000)

“…eu adoro o que eu faço. O que eu mais amo é música, e poder trabalhar com o que eu mais amo é um privilégio.” (em março de 2002)

“Compor é criar um clima de mágica para tocar as pessoas. O brasileiro é musical, a gente sabe o que é boa música. Pode até não ouvir muito, porque não toca no rádio, mas a gente sabe… O bacana quando você compõe é fazer alguma coisa que esteja no inconsciente coletivo, que possa tocar qualquer tipo de pessoa, essa que é a grande ambição do músico…” (no programa ‘Altas Hotas’ da Rede Globo, em 19 de maio de 2002)

“Acho que o meu público tem estado de espírito, é ligado, gosta de música, não é preconceituoso, não está fechado num padrão, gosta de ouvir, reconhece uma coisa diferente e está aberto a novas experiências.” (sobre o seu público, em abril de 2003)

“Estou ainda absorvendo esse som que chegou ao Brasil via São Paulo, conquistou o Rio e já é quase uma música nossa. Mas não pretendo, nem em sonho, compor algo nesse ritmo.” (sobre o hip hop, no show do grupo Black Eye Peas, em 18 de julho de 2004)

“Sou a favor da legalização da maconha porque acho um assunto sério. Cigarro e alcool não são proibidos. A pessoa que bebe tem de saber a dosagem certa dela. A questão não é o Estado proibir ou liberar. Acho que é uma questão individual, como o cigarro e o álcool… é questão de equilíbrio.” (sobre a maconha, em janeiro de 2006)

“Tenho nove tatuagens. Adoro. (…) Todas têm um significado. A primeira que fiz foi no braço, em 1984, um cometa. Representa essa coisa que passa e volta de vez em quando, um rabo. Fiz no braço porque os marinheiros faziam no braço.” (sobre tatuagens, em outubro de 2008)

“As pessoas são tão loucas, tão ciumentas, que eu não posso ser natural. Então, hoje eu não sei quem vai ser o próximo, se homem ou mulher, mas o que eu quero realmente é uma pessoa mais madura, mais velha. Não discrimino idade não, mas a gente só aprende errando. Ninguém nasce sabendo tudo. É experimentando que você aprende, que você conhece o caminho das pedras.” (em entrevista para a revista ‘Júnior’, em abril de 2009)

“Gente, que dia histórico pro Brasil! Nosso país está de parabéns. ;-).” (sobre aprovação pelo STF da união estável entre gays no Twitter, em 6 de maio de 2011)